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Presidentes africanos com mais tempo no poder

Atualizado: 19 de Set de 2020

  • Paul Kagame - Presidente do Ruanda


É um político ruandense e atual presidente de Ruanda desde 2000. Kagame nasceu na cidade de Gitarama, na região central do país e migrou com sua família para Uganda, refugiando-se de ataques sofridos pelos tutsis, sua etnia, perpetrados por hutus.

Em 2000, após desentendimentos, Pasteur Bizimungu foi casado, e Kagame assumiu o poder provisioriamente, referendado pelo Parlamento.

Kagame foi eleito em 2003 por sufrágio universal, sob suspeitas de fraude e cooptação de eleitora, para um mandato de sete anos, com possibilidade de reeleição uma vez.

Sob a liderança de Kagame, a tensão étnica foi reduzida. A economia do país e as condições de vida do povo melhoraram consideravelmente com o passar do tempo.

  • Abdelaziz Bouteflika - Ex Presidente da Algéria


Foi presidente da Argélia de 1999 a 2019, quando renunciou em meio uma onde de protestos que pediam sua saída do poder.

Ele foi um dos líderes da Revolução Argelina. Com a libertação de seu país, serviu como Ministro das Relações Exteriores entre 1963 a 1979. Também já havia presidido a Assembléia Geral das Nações Unidas.

Como presidente da república, ele conduziu o fim da Guerra Civil da Argélia em 2002 e do estado de emergência em 2011. Em novembro de 2012, ultrapassou Hourari Boumédiène como presidente argelino a passar mais tempo no cargo.

  • Denis Sassou Nguesso - Presidente da República do Congo


É um político congolês, nascido no norte do país, é membro da tribo Mbochi. É general, tendo recebido treino militar na Argélia e já foi presidente nesse país outra vez, entre 1979 e 1992. Foi reeleito em 1997, e governa até hoje.

Nguesso pertence ao partido Forças Democráticas e Patrióticas, o mais expressivo do Congo.

Em 24 de novembro de 1984 recebeu o Grande Colar da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.

Apesar de já ter sido eleito para presidente da Organização da Unidade Africana entre julho de 1986 e julho de 1987, foi eleito presidente da União Africana para governar em 2006.

  • Isaias Afewerki - Presidente da Eritreia


É o primeiro e atual presidente, e ditador, da Eritreia, cargo que ocupou desde a independência do país em 1991. Dirigiu a Frente de Libertação do Povo Eritreu (EPLF) à vitória em maio de 1991, encerrando assim 30 anos de guerra por independência.

Como membro da liderança da FLPE, Isaias Afewerki, Mesfin Hagos, Tewelde Eyob, Major General Asmerom Gerezgiher e Solomon Woldemariam distinguiram-se criando um importante manifesto em 1970 intitulado "Nossa Luta e Seu Objetivo".

Este manifesto colocou forte ênfase na superação das diferenças étnicas e religiosas e no lançamento de uma luta revolucionária na guerra pela independência. Em 1975, Isaias tornou-se presidente do comitê militar da FLPE. Em 1977, sob o primeiro congresso da FLPE, foi eleito vice-secretário-geral do FLPE. Foi eleito secretário-geral em 1987.

  • Idriss Déby - Presidente do Chade


É um general militar e atual presidente neoliberal do Chade desde 1990, líder do Movimento Patriótico de Salvação. Ele assumiu o poder à frente de uma rebelião contra o presidente Hissène Habré em dezembro de 1990, e desde então, sobreviveu a várias rebeliões contra o seu próprio governo.

Venceu as eleições em 1996 e 2001, depois que os limites de mandato foram eliminados venceu novamente em 2006 e 2011. Ele acrescentou: "Itno" ao seu sobrenome, em janeiro de 2006.

Vindo do nordeste do país e muçulmano, ele orientou sua carreira ao exército profissional dentro da Escola de Oficiais Jamena e em 1976 formou-se em França, como um piloto de caça. Ele serviu o Conselho Militar Supremo do general Félix Malloum, que em 1975 derrubou o presidente civil François Tombalbaye, mas, em seguida, ele se alistou nas Forças Armadas do Norte (FAN), uma guerrilha liderado por Hissène Habré, que desde 1980 enfrentou o poder central de Jamena.

  • Omar al-Bashir - Ex Presidente do Sudão


Nascido em 1 de janeiro de 1944, é um militar e político sudanês, que serviu como Presidente do Sudão de 1989 a 2019, endo também o chefe do Conselho do Comando Revolucionário para a Salvação Nacional.

Ele assumiu o poder em 1989 quando, na patente de brigadeiro do exército sudanês, liderou um golpe de estado que derrubou o governo democraticamente eleito do primeiro-ministro Sadiq al-Mahdi após ele começar a negociar com os rebeldes do sul.

Sob seu governo, o Sudão se desenvolveu mas a economia teve altos e baixos (puxado para cima pelo petróleo e abalado por sanções e má gestão). Em outubro de 2005, o governo de al-Bashir negociou um fim para a Segunda Guerra Civil Sudanesa, levando a um referendo no sul do país que resultou na secessão do Sudão do Sul.

  • Yoweri Museveni - Presidente da Uganda


É o atual presidente do Uganda desde 1986, através duma revolta conduzida pelo Exército de Resistência Nacional (“National Resistance Army” ou NRA), mas foi democraticamente eleito em 1996, quando concorreu contra Paul Ssemogere, líder do Partido Democrático, tendo ganhado 75% dos votos.

Museveni acabou com os abusos aos direitos humanos, iniciou uma política de liberalização e de liberdade de imprensa e estabeleceu acordos com o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e com vários países.

Sob a sua direcção, a economia do Uganda cresceu sensivelmente e os níveis de pobreza caíram em 20% desde 1992, o número de crianças das escolas primárias duplicou e a taxa de prevalência do HIV é uma das mais altas de África.

  • Mohammed Khadafi - Ex Presidente da Líbia


Foi um militar, político e ideólogolíbio, sendo o de facto ditador do seu país entre 1969 e 2011.

Gaddafi chegou ao poder em 1969, sem derramar sangue, por meio de um golpe de estado e assumiu a função formal de Chefe da Nação até 1977, quando renunciou a liderança do chamado Conselho do Comando Revolucionário da Líbia e alegou apenas ser uma figura simbólica do governo.

Depois de chegar ao poder em 1969, ele aboliu a Constituição Líbia de 1951 e estabeleceu políticas alinhadas com sua ideologia chamada de "Terceira Teoria Internacional" que foram publicadas em seu trabalho intitulado Livro Verde.

  • José Eduardo dos Santos - Ex Presidente de Angola


É um político angolano que serviu como Presidente de Angola de 1979 a 2017. Como presidente, José Eduardo dos Santos também foi comandante em chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA) e presidente do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), o partido que tem governado Angola desde que obteve independência em 1975.

Em 11 de março de 2016, ele anunciou que deixava a carreira política em 2018, ano em que completaria 76 anos. Porém acabou deixando o cargo em setembro de 2017, sendo sucedido por João Lourenço.

  • Mswati III - Rei da Suazilândia


Registrado à nascença como Makhosetive, 19 de abril de 1968, é o atual soberano de Essuatíni (antiga Suazilândia), desde a morte de seu pai, Sobhuza II, em 1982. Suas políticas internas e estilo de vida luxuoso levaram a vários protestos do povo de seu país e críticas da comunidade internacional.

Quando seu pai morreu de pneumonia em 1982, o Conselho Real elegeu ao jovem príncipe de 14 anos, Makhosetwe como futuro rei. Durante os seguintes quatro anos, até sua maior idade, duas mulheres de sua família serviram como regentes: a rainha Dzeliwe Shongwe, no período 1982-1983 e a rainha Ntombi Thwala, entre 1983 e 1986, enquanto terminava sua formação em um colégio da Inglaterra, o Sherborne School.

Foi coroado Príncipe em setembro de 1983 e Rei em 25 de abril de 1986. O rei e sua mãe, cujo título é Ndlovukazi ou Grande Elefanta, governam juntos.

  • Teodoro Obiang Nguema Mbasogo - Presidente da Guiné Equatorial



É um político e militar guinéu-equatoriano, atual presidente da Guiné Equatorial desde 1979, após depor seu tio, Francisco Macías , num golpe de estado militar. Obiang foi apontado pela revista Forbes como o oitavo governante mais rico do mundo, apesar da população do seu país ser considerada uma das mais pobres da Terra, sendo que 70 por cento vivem abaixo da linha de pobreza.

Após Macias ter ordenado o assassinato de vários membros da sua família comum, incluindo o irmão de Obiang, este depôs Francisco Macías, de quem era sobrinho, a 3 de agosto de 1979 num golpe de estado sangrento. Foi executado a 29 de Setembro de 1979 por fuzilamento, que teve de ser realizado por tropas de élite marroquinas por os soldados equatorianos recearem envolver-se.

Obiang declarou que o novo governo iria trazer um novo começo em contraste com as medidas repressivas tomadas pela administração de Macías. Uma junta militar, o Conselho Militar Supremo (CMS), a que ele presidia, assumiu o governo do país. Após a execução de Macias, Obiang proclamou uma amnistia para todos os refugiados políticos no exterior do pa̟ís; mas estes desconfiavam da amnistia de Obiang. Ele era de facto acusado de numerosos crimes, e particularmente de ter assistido regularmente ás sessões de tortura na prisão da Praia Negra, onde aliás vários dos seus familiares estavam empregados.





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